Última mente

Bom, primeiramente, perdoe esta aparência de quem caiu de um caminhão de mudanças. Mas é que eu caí, mesmo, de um caminhão de mudanças, e não consegui ainda me situar muito bem. Por isso, pergunto: o mbl é um movimento de extrema direita, estranha indireta ou extraterrestre?

Segundamente, os autores, José Roberto Torero e Marcus Aurelius Pimenta, alegam “ironia” e “falta de fontes históricas” ao retratarem no livro “Abecê da Liberdade”, crianças negras brincando de escravos de Jó em navios negreiros, pulando corda com correntes, dançando para serem vendidas. Isso é: escárnio nacional, estratégia comercial ou apenas o nosso racismo institucional impresso?  

Terceiramente, o vampiro das trevas, com supremo com tudo, Fora Temer, além de coaching presidencial e copywriter do capetão, terá feitiçaria sobrenatural suficiente para esconder as rachadinas da familícia com suas vergonhas todas escancaradas?

Quartamente, segundo o advogado do compositor Toninho Gerais, a música ‘Million years ago”, da cantora Adele, teria plagiado a melodia de “Mulheres”, composição que ficou famosa na voz do Martinho da Vila. Contam os faladores que o processo corre de vagar, é de vagar, é de vagar, é de vagar, de vagarinho…

Ultimamente, e sempre menos importante, discute-se a “positividade tóxica”. De fato, o que a gente não mostra nos stories não deixa de existir, continua afetando a nossa vida. Represar sentimentos e escondê-los, inclusive de nós mesmos, para que não apareçam na “publi”, é inútil, infantil e prejudicial à saúde. Do Nietzsche: “Também vós, para quem a vida é furioso trabalho e desassossego: não estais muito cansados da vida?”. Ultimamente eu ando um pouco, sabe…

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